MUDAS DE EUCALIPTOS CLONADOS EM TUBETES
Eucalipto
GG100 – Serraria, postes, carvão
e outros.
Eucalipto I144 – Serraria, postes, carvão
e outros.
Eucalipto H13 – Celulose.
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ORIGEM
O eucalipto é uma planta originária da
Austrália, onde existem mais de 600
espécies. A partir do início
desteséculo, o eucalipto teve seu plantiointensificado
no Brasil, sendo usado durante algum tempo
nas ferrovias, comodormentes e lenha para
as maria-fumaças e mais tarde como
poste para eletrificação das
linhas.
Das mais de 600 espécies conhecidas
menos de 20 espécies estão sendo
usadas para fins comerciais. As espécies
de eucaliptus mais utilizadas no mundo são
o E.grandis, E. camaldulensis, E.tereticornis,
E.globulus, E.urophylla, E.viminalis, E.saligna
e E.citriodora.
PLANTIO
O plantio de uma área florestal, é
a fase mais importante do empreendimento florestal.
Muitas vezes um plantio mal sucedido irá
representar prejuízos a longo prazo.
Antes de efetuar o plantio, deve se ter o
real conhecimentos decolheita, estradas e
carreadores, plano de incêndios, declividade,
profundidade de solo, controle de formigas,disponibilidade
de mudas, hidrologia da área e outros.
Todos estes cuidados irão no futuro
reduzir custos na colheita, possibilitar ações
preventivas acombate de incêndios florestais.
Muitos produtores encomendam suas mudas, que
em média levam 90 dias para estarem
áptas para irem a campo. Neste período
o produtor inicia o preparo da área
e controle das formigas. Produção
de mudas e preparo de solo andam em parceria!
DESBASTE
O desbaste tem o objetivo de favorecer o crescimento
das árvores em volume individual, através
da redução da competição
por luz, água e nutrientes. Trabalhos
realizados por vários pesquisadores,
com Eucalyptus, demonstraram que os desbastes
resultaram numa madeira com maior densidade
e menor variação no sentido
medula-casca, quando comparado com plantios
sem desbastes.
Num regime de desbastes para o Eucalyptus,
plantado num espaçamento de 3,0 x2,0
m, previram-se desbastes aos 4, 8 e 15 anos,
reduzindo-se a lotação para
950, 475 e 238 árvores por hectare,
com um corte raso aos 21 anos. A produção
prevista de madeira para o final do ciclo
foi de 540 m3/ ha, sendo 275 m3 para serraria,
130 m3 para laminação e 135
m3/ ha para outros usos.